ANEAM - Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais

13-03-2017

EM COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, A ENG. ADJANE DAMASCENO FALA SOBRE SUA ATUAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO Destaque

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Dia Internacional da Mulher, e nós da ANEAM conversamos com as Engenheiras Ambientais da Diretoria Executiva ANEAM para saber sobre a atuação da mulher no seu estado/região. Neste ano repetimos a temática do ano passado - Recursos Hídricos, visto que de uns anos para cá algumas capitais sofreram com problemas relacionados a água e o ano que vem a capital do país vai ser sede do 8° Fórum Mundial da Água.

Autora: Adjane Damasceno de Oliveira
Engenheira Ambiental
Cargo na ANEAM: Vice-Presidente

 

Graduada em Engenharia Ambiental pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2010), possui especialização em Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos e Líquidos pela Universidade Federal de Goiás (2012) e mestrado em Engenharia do Meio Ambiente da Universidade Federal de Goiás (2015). Atualmente é Analista ambiental/engenheira ambiental e Gestora de Contrato do Plano Estadual de Resíduos Sólidos de Goiás na Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos do Estado de Goiás (SECIMA-GO); professora no Curso de Engenharia Ambiental da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e está Presidente da Associação Goiana de Engenheiros Ambientais (AGEAMB).

 

1 - Poderia nos falar um pouco sobre você?
Atuo como engenheira no mercado a um pouco mais de 6 anos. Atualmente sou analista ambiental na SECIMA, professora na PUC Goiás e estou presidente da AGEAMB e ministro disciplinas nas especializações em Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos e Líquidos (CERSOL) e Planejamento e Gestão Ambiental (EPGA) da Universidade Federal de Goiás (UFG). A busca pela excelência profissional é continua por isso procuro me manter atualizada e aberta a novos aprendizados. Como presidente da AGEAMB, acredito a diretoria da associação é referencial para os profissionais em formação, manter e estabelecer pontes entre profissionais e futuros profissionais é de extrema importância para fortalecer a nossa classe. 

 

2 - Qual sua opinião sobre a atuação e participação das mulheres na engenharia?
Percebo que a participação feminina tem se ampliado nas salas de aula e como reflexo disso, no mercado de trabalho. Ainda que haja preconceito, mesmo que nas entrelinhas das situações, temos conquistado papéis significativos. Não devemos nos deixar abater diante dessa situações, devemos permanecer unidas e nos fortalecer, mostrando que nosso potencial profissional não é uma questão de gênero.

 

3 - Quais são as atividades que mais impactam os recursos hídricos na sua região de atuação? E qual sua opinião sobre isso?
Em Goiás, as atividades que mais impactam os recursos hídricos são principalmente a agropecuária e indústria. A gestão das águas deve ser amplamente discutida com a sociedade e com os representantes dos diversos setores envolvidos uma vez que este é um elemento essencial para manutenção da vida em nosso planeta. É um recurso que precisa ser adequadamente utilizado para garantir a conservação deste para as atuais e futuras gerações. A água para abastecimento público já vem gerando discussões a nível regional, prova disso são as possíveis alianças entre Goiás e Distrito Federal (DF) em busca de soluções para crise hídrica que atinge o DF.

 

4 - Na sua opinião, qual a importância das associações e outras entidades de classe para a solução de problemas envolvendo os recursos hídricos?
São importantes porque representam o profissional junto a sociedade e dão voz a interface técnica no que tange a vertente ambiental, dentre elas, os recursos hídricos. Nossa contribuição relaciona-se a nos envolvermos nas discussões técnicas a nível local, regional e nacional nos posicionando na busca por soluções a curto, médio e longo prazo. As discussões relacionadas ao tema vem a tona em um cenário em que a escassez hídrica deixa de ser um problema isolado e passa ser uma discussão muito mais ampla, prova disso é que no próximo ano o Brasil sediará a oitava edição do Fórum Mundial da Água que ocorrerá em Brasília e trará  como  tema principal o compartilhamento da água discutindo a gestão da água no mundo. 

 

Comunicação ANEAM

 

Última modificação em Segunda, 13 Março 2017 10:09

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