ANEAM - Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais

28-06-2016

ENGENHEIRO AMBIENTAL FALA SOBRE REVITALIZAÇÃO DE PARQUE EM JOÃO PESSOA

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Antes, o sol refletia uma coloração verde musgo sobre o espelho de água da Lagoa, situada no Parque Sólon de Lucena, um dos principais cartões postais da cidade. A cor derivava de algas e microorganismos que prejudicavam a boa “saúde” daquele logradouro, inviabilizando, inclusive, a vida naquele recanto de João Pessoa. O mau cheiro era uma constante. Não, aquele espaço não foi o projetado por Beaurepaire Roan, Roberto Burle Marx e o prefeito João Maurício de Almeida que, em 1926, foi o responsável pela arborização e a construção de praças e parques.

 

 

O tempo passou, o Parque Sólon de Lucena foi perdendo seu encanto com a desordem e caos. A antiga “Lagoa dos Irerês” havia perdido seu brilho e a população já não a admirava. Era uma radiografia maculada e negligenciada pelo poder público ao longo de décadas, até a atual gestão absorver e cumprir o desafio de devolver o Parque Sólon de Lucena e seu belo espelho ao público. Aos moradores, visitantes e turistas que visitam João Pessoa.

 

Para o secretário de Infraestrutura da capital, Cássio Andrade, a realidade, hoje, é outra. Pode-se ver, inclusive, a fauna e flora ressurgirem com o plantio de árvores e a construção de um anel sanitário no entorno da Lagoa, a fim de interceptar as águas das galerias pluviais e esgoto clandestinos.472

 

“Hoje podemos encontrar peixes e garças, algo que, até bem pouco tempo, não se via naquela localidade. Isso atesta a melhoria considerável da água da Lagoa”, observou o secretário, sendo reforçado pelo engenheiro ambiental e geógrafo Allison Cavalcanti, que chefia a fiscalização ambiental da Secretaria do Meio Ambiente Municipal.ad1b5133-e853-495b-8b13-2faf1811fa30

 

“Antes as galerias e esgotos eram lançados na Lagoa. Havia muitos materiais impuros, como restos de comida, fezes, óleos e materiais sólidos, como o próprio plástico. Isso ajudava na proliferação de microorganismos, o que não acontece mais, pois estamos realizando uma rigorosa fiscalização para detectar esgotos clandestinos, e a proteção do anel sanitário, que leva a água de chuva para rios, como o Sanhauá, não causando impacto ecológico, pois a água flui, ao contrário do que acontecia na Lagoa”, informou.

 

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa/PB

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