ANEAM - Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais

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Na última terça-feira, 28 de junho, o presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito federal, Moacir Bueno, participou da solenidade de abertura de um workshop oferecido pelo laboratório Sabinbiotec. O evento tratou sobre a influência do uso e ocupação do solo nos recursos hídricos do Distrito Federal com o objetivo de diagnosticar o impacto ambiental gerado pelos novos bairros habitacionais do DF, frente a quantidade e qualidade das águas da região.

 

 

O workshop contou com a participação de consultores, empresários, estudantes e participantes do terceiro setor interessados em debater as questões referentes a utilização dos recursos naturais. Além do presidente do Ibram,  estiveram presentes na mesa de abertura a presidente do laboratório Sabinbiotec, representantes do Conselho Regional de Engenharia, Arguitetura e Agronomia (CREA-DF), da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), da Associação dos Profissionais de Engenharia Ambiental (Aspea), e da Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais (Aneam).

Na ocasião foram discutidas as questões relacionadas ao surgimento de novas áreas habitacionais e a disponibilidade hídrica, que nem sempre acompanha tal crescimento. No DF são registrados em algumas regiões a utilização de cerca de 800 litros de água por dia, por habitante, o que supera a média estabelecida pela Organização Mundial de Saúde, que é de 40 lt/dia.

Moacir Bueno reforçou durante seu discurso a importância do uso consciente da águas e de nossos recursos naturais. “Sabemos que somos ricos em recursos naturais, mas estamos dilapidando sem responsabilidade a água, o solo e as vegetações. É importante que tenhamos consciência e consigamos alinhar modernização com sustentabilidade”, reforçou o presidente.

Além da dificuldade natural de se encontrar tais fontes, acrescenta-se o fato da perda de importantes áreas de recarga e de mananciais devido à remoção de vegetação – imprescindível para a instalação das edificações. Foram debatidas ainda no workshop a importância da preservação do bioma Cerrado, encontrado em sua maioria no DF, que é um berçário de águas de importantes bacias do país.

 

Fonte: IBRAM-DF

Segunda, 27 Junho 2011 21:00
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Discussão mundial sobre efeitos da construção civil nos recursos hídricos ganha força no Brasil e, especialmente, em Brasília. Na capital federal, entidades promovem debate acerca dos impactos deste setor na natureza

O workshop A influência do uso e ocupação do solo nos recursos hídricos do DF mobilizou entidades durante o debateFotos: Alan SantosO workshop A influência do uso e ocupação do solo nos recursos hídricos do DF mobilizou entidades durante o debate.

 

 

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF) sediou, na terça-feira (28), o workshop A influência do uso e ocupação do solo nos recusros hídricos do DF. O evento encerrou a agenda de comemorações pelo Jubileu de Ouro (50 anos) do Crea-DF, fundado em 1961.

Estiveram presentes, compondo a mesa de trabalhos, os representantes da Associação dos Profissionais de Engenharia Ambiental no Distrito Federal (Aspea-DF), da Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais (Aneam), da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paranoá, do Crea-DF e do laboratório Sabinbiotec.

Um dos principais pontos debatidos foi o impacto da construção civil nas águas superficiais e subterrâneas do DF. André Cortes, analista de novos negócios do Sabinbiotec, acredita que, em nível local, o debate é fundamental por se tratar do segundo mercado imobiliário do país.

André achou o debate bom por envolver o segundo mercado imobiliário do paísAndré achou o debate bom por envolver o segundo mercado imobiliário do país

Moacir Bueno, presidente do Ibram e especialista em recursos hídricos, compartilha da opinião de André. "Apesar de o país ser rico em natureza e Brasília ainda manter várias áreas de proteção ambiental, nossos biomas estão sendo dilapidados pela construção desenfreada. Deve haver crescimento, mas com limites".

O presidente do Crea-DF, Francisco Machado, disse ser possível aliar crescimento econômico com manutenção sustentável do meio ambiente. "O Brasil quer e pode ser a quinta potência mundial. Os parlamentares têm relação direta com este desejo, pois é perfeitamente possível promover um salto econômico por meio de políticas sustentáveis e também usando conscientemente nossos abundantes recursos naturais", sugeriu.

Distribuição hídrica

"Em 2020, estima-se que cinco bilhões de pessoas no mundo não tenham água para suas atividades primárias". Foi com essas palavras que a presidente da Aspea-DF, Célia Farias, introduziu seu discurso na mesa de trabalhos do workshop. Ela citou dados naturais que definiu como preocupantes. "O Brasil tem posição global privilegiada, pois detemos 12% da água superficial do mundo. Mas é na região amazônica, que abriga somente 10% da população nacional, onde estão 70% de nossa água doce", completou.

O engenheiro Marcus Vinícius Batista, servidor do Crea-DF e presidente da Aneam, reforçou esse pensamento. "Infelizmente, os recursos hídricos têm sido deixados para segundo plano das discussões. As autoridades não fazem ideia das consequências que este mau uso pode trazer, principalmente em decorrência da construção civil", frisou.

Lago tem o maior desperdício por habitante

Dados do Programa de Gestão Ambiental (PGA) da Procuradoria-Geral da República mostram que o Lago Sul detém o incômodo recorde de maior desperdício de água por habitante no mundo, com um gasto médio diário de mil litros por pessoa. Habitantes de países como a Namíbia, na África, convivem com menos de um litro de água por dia.

No entanto, Marcus Vinícius Batista vê condições de mudanças neste panorama. "A criação do Grupo de Trabalho da Engenharia Ambiental é um exemplo de avanço. O espaço será aberto a toda a sociedade, sendo apenas coordenado por profissionais da categoria que dá nome ao grupo", sintetizou.

Jeferson da Costa, especialista em recursos hídricos e representante da Adasa, apresentou uma análise técnica sobre os recursos desta natureza no DF. Nos dados estavam a caracterização das águas no DF e Entorno, os modelos de uso e os conflitos gerados a partir deles. Ele apresentou o plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central e mostrou também a situação de alguns zoneamentos ecológicos econômicos (ZEEs).

Não é de hoje que a questão da degradação ambiental decorrente de obras e construções é tema de divergências no Distrito Federal. De um lado, ambientalistas e ativistas ligados ao setor alertam, principalmente, para os perigos da falta de água; de outro, construtoras e empreiteiras erguem milhares de obras por dia.

O Setor Noroeste é o mais recente exemplo. Em 2009 o Ministério Público Federal no DF (MPF-DF) recomendou ao Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama) que suspendesse imediatamente os efeitos da licença prévia emitida em 2007 para a construção das habitações na nova área.

Depois de muitos imbróglios administrativos e judiciais, o Noroeste enfim saiu do papel e, depois de adaptar-se à chamada cartilha verde, ostenta o título de "primeiro bairro ecológico do Brasil". Cumpridas as exigências, as obras foram iniciadas.

A preocupação com a devastação da natureza para dar lugar a edifícios e condomínios é crescente. Frente à demanda ambiental, o grupo Sabin criou o laboratório Sabinbiotec. Especialista em estudos de alimentos, água, ar e solo, o Sabinbiotec oferece análises microbiológicas e físico-químicas para monitoramentos ambientais.

 

Fonte: Jornal da Comunidade - DF

 

Segunda, 27 Junho 2011 21:00
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As recentes catástrofes ocorridas no mundo inteiro são a “gota d’água” para que as organizações das Profissões das Áreas Tecnológicas ofereçam a sua contribuição à sociedade na busca de soluções e políticas com sustentabilidade ambiental, cumprindo com a sua responsabilidade social. O chamado é o “grito dos desesperados”. Vamos participar!

A fragilidade das áreas ocupadas pela população, principalmente nas grandes cidades, a carência de conhecimento sobre essas áreas, os poucos ou inexistentes planos de uso e ocupação do solo, a necessidade de melhores programas de monitoramento das condições climáticas, o crescimento das populações e as desigualdades sociais, a necessidade da efetiva participação dos profissionais das Áreas Tecnoló-gicas na tomada de decisões no planejamento, projeto e exe-cução de obras com sustentabilidade ambiental, em particular as de infraestrutura, justificam a realização deste Congresso, que tem por objetivo:

Discutir e divulgar conhecimento de novas tecnologias desenvolvidas e aplicadas na construção das cidades sustentáveis, objetivando sensibilizá-los na busca de soluções mais adequadas na ocupação das áreas urbanas e rurais, na infraestrutura para os seus funcionamentos, na produção de alimentos, na conservação dos recursos naturais, no adequado tratamento de resíduos domésticos, industriais e outros no Brasil e no Exterior, possibilitando ainda a oportunidade de negócios entre profissionais e empresas da área tecnológica.

Promover um debate entre os profissionais para que inicie a elaboração da Agenda 21 Panamericana.

Acesse: www.comiteupadimadh.org.br

Segunda, 06 Junho 2011 10:23
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Com objetivo de despertar a atenção para a questão da reciclagem, a artesã Vanessa Wentzel proporcionou neste sábado (4/6) aos visitantes da exposição da Semana do Meio Ambiente, na Concha Acústica, em Brasília, uma aula de como usar a criatividade e a imaginação para dar nova função e forma a materiais que seriam descartados.

A atividade integra as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado neste domingo (5/6). Na oficina de reciclagem de garrafas PET, Vanessa mostrou aos participantes técnicas de reaproveitamento do material por meio de confecção de flores e borboletas artesanais. Para isso, utilizou garrafas de refrigerente de dois litros, tecidos de algodão e cola.

A artesã explicou que, colocando a criatividade em ação, diversos materiais podem ser produzidos, como porta-objeto, candelabro, brinquedos e peças de artesanato. Ao final, todos que participaram levaram suas confecções para casa e uma sacola retornável de brinde.

Vanessa ensinou também a fazer um modelo de porta moedas customizado com caixa de leite. Para isso, utilizou apenas dobraduras, após ter cortado a parte de cima da embalagem, que ainda foi reaproveitada para fazer a aba de fecho do porta moedas com finalização em velcro. O produto final foi revestido com tecido colorido, dando forma e acabamento ao acessório. De acordo com a artesã, com a caixa de leite ainda é possível fazer bolsas artesanais e carteiras de mão para festa.

Crochê de sacolas plásticas - Já a artesã Margareth Sabóia apresentou técnicas de trabalhos de crochê de sacolas plásticas, que são cortadas e transformadas em um grande fio, torcido e enrolado nos dedos até formar um novelo. A partir desse ponto, é só usar a técnica tradicional do crochê para produzir sacolas, bolsas, carteiras e outros acessórios. A dica da Margareth é sempre molhar a ponta da agulha em óleo para evitar que o plástico grude na mão.

Além das sacolas plásticas, é possível reutilizar sacos de fralda, de jornal, de verdura, de papel higiênico, de revista, de travesseiro, de pão de forma, enfim, todo tipo de saco. Basta utilizar em uma peça sempre o mesmo tipo de saco, com a mesma espessura, para que não dê diferença no produto final.

Veja como ficam os produtos:
(Fotos: Jefferson Rudy/MMA)



Para mais informações sobre as técnicas de reciclagem, acesse o blog das artesãs.

Semana do Meio Ambinte - Até o encerramento do evento (5/6), outras atividades serão realizadas, como palestras, exposições, seminários, além de feira de iniciativas sustentáveis com exposição e comercialização de produtos, atrações culturais, campeonatos esportivos e shows com atrações locais e nacionais.

O evento é uma iniciativa Governo do Distrito Federal (GDF), com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e toda a programação é gratuita.

Confira programação completa no site do Instituto Brasília Ambiental.

Fonte: www.mma.gov.br

 

Segunda, 06 Junho 2011 10:19
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